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20 janeiro 2018
19 agosto 2017
Entrevistando as autoras - Débora Knitel e Érica Falcão
Escrito por
Lary Zorzenone
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Tags:
2017 ,
Débora Knittel ,
Eclipse da Lua Azul ,
Entrevista ,
Entrevistando o autor ,
Érica Falcão ,
Trilogia Eclipse da Lua Azul
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8 comentários:
Ter a experiência de acompanhar uma trilogia do seu início até seu término é algo bem bacana, bem intenso e muito muito recompensador. Eu tive a honra de acompanhar o projeto da Débora e da Érica desde o começo. Eu pude me apaixonar, me encantar e temer pelo futuro das personagens. Vamos saber o que motivou as autoras a fazer tudo isso.

13 maio 2017
Entrevistando o autor - Nick Farewell
Escrito por
Lary Zorzenone
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Tags:
2017 ,
Entrevistando o autor ,
Go ,
Literatura Nacional ,
Nick Farewell
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4 comentários:
Sábado geralmente é dia de apresentar novos parceiros e eu até ia fazer isso, mas o Nick teve a gentileza de responder minhas perguntas a respeito do meu amado GO e então repassarei essa entrevista a vocês. Espero que aproveitem e, claro, fiquem com vontade de ler GO.

03 dezembro 2016
Entrevistando o autor - Hugo Ribas
Escrito por
Lary Zorzenone
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Tags:
Autor parceiro ,
Confesse-me ,
Entrevistando o autor ,
Hugo Ribas ,
Literatura Nacional
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4 comentários:

24 novembro 2015
Entrevistando o autor - Camila Pelegrini
Escrito por
Lary Zorzenone
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Tags:
2015 ,
Autora parceira ,
Camila Pelegrini ,
Entrevistando o autor ,
Literatura Nacional ,
Sombras do Medo
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8 comentários:
A entrevista dessa semana é com a lindíssima Camila Pelegrini. Eu fico muito feliz em poder falar que hoje vejo a Camila não apenas como uma parceira, mas também como uma amiga. Ela é muito querida e dá pra perceber isso nessa pequena entrevista. Encante-se também.

10 novembro 2015
Entrevistando o autor - Marja
Escrito por
Lary Zorzenone
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Tags:
2015 ,
Entrevistando o autor ,
Marja ,
Vida de Leitor
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6 comentários:

08 agosto 2015
Entrevistando o autor - Simone Taietti
Escrito por
Lary Zorzenone
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Tags:
2015 ,
Entrevistando o autor ,
Literatura Nacional ,
Simone Taietti ,
Uma vida para sempre
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4 comentários:
Neste sábado não vou fazer a apresentação de nenhum novo parceiro, infelizmente, mas vou fazer algo tão legal quanto. Hoje é dia de Entrevistando o Autor, com a linda Simone Taietti. Quer conferir coisas sobre a obra dela e sobre sua vida de escritora? Continue lendo e se emocione comigo.

19 maio 2014
Entrevista com Rick Miranda
Escrito por
Lary Zorzenone
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2014 ,
Entrevista ,
Entrevistando o autor ,
Perdida na Floresta de Pensamentos ,
Rick Miranda
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14 comentários:
Olá Amoras e Amores. Como faz um certo tempo que não trago notícias do mundo literário, fiz uma pequena entrevista com o Rick Miranda, parceiro do blog e que acabou se tornando um grande amigo para mim. Ao meu ver, a entrevista ficou bem bacana e acho que vai agradar a todos vocês, apaixonados por livros e por novidades. Bom, vamos a entrevista:
1- O que mais te inspira para escrever?
Muitas coisas, principalmente a minha vida
e coisas que não tenho coragem de admitir/falar/fazer. Ou coisas que não são
possíveis... Eu coloco protestos
silenciosos, coloco alguns amigos, parentes, zombo da arrogância de algumas
pessoas... Tudo que eu escrevo tem um porquê. Os personagens quase que
realmente existem. Eu me inspiro na realidade, na voracidade de um animal, numa
música, num filme, estado emocional, sonhos/pesadelos que já tive, e coisas do
tipo. O livro é nada mais nada menos do que o mais puro “eu”.
2- Qual o momento mais embaraçoso que aquela
ideia surgiu na sua mente e a única coisa que você pensava era “Preciso sair
daqui para poder escrever”?
Definitivamente o beijo lésbico do livro.
Foi muito embaraçoso quando tive a ideia, quase que eu disse “Ei, estou te
imaginando beijando uma menina nesse momento!” Eu estava num espaço muito
público e surtei, viajei e até ri sozinho. Sempre está acontecendo e minhas
expressões são muito reais, isso é realmente embaraçoso, pois não sabem o
motivo de eu estar rindo ou chorando sem motivos aparentes.
3- Qual foi seu primeiro livro e com quantos
anos começou a ler?
Não lembro, e para a surpresa de todos, não
sou um leitor muito eficiente. A literatura nem sempre esteve presente na minha
vida, e esteve muito carente na minha infância. Só escrevi esse meu livro
quando virei um verdadeiro leitor, um dos meus primeiros cinco livros me
fizeram escrever PFP.
4- Qual a maior dificuldade que você enfrentou
no começo?
As perguntinhas que eu fazia a mim mesmo:
“Será que estou escrevendo algo interessante ou um monte de bosta em forma de
letras?” “Será que isso é bom ou chato?” “Será que alguém já escreveu sobre
isso?” Sabe? A insegurança foi minha maior barreira. Fora a falta de experiência,
afinal, eu nunca tinha escrito NADA com mais de 3 páginas, no máximo.
5- Qual foi a reação dos seus pais e
familiares quando souberam que você queria ser escritor?
Quase que uma indiferença, e é assim até
hoje. Meus pais não ligam TANTO, mas sabem que é importante pra mim. O resto da
família gosta da ideia e usa mais pra encher a boca, enquanto apenas uma tia me
apoia de verdade e já até leu o livro.
6- Você acha que é difícil hoje em dia para
escritores brasileiros concorrer com autores internacionais, que são cada vez
mais valorizados por nós?
MUITO. Você pode ser o João Verde (Jhon Green, o queridinho do momento)
brasileiro, você pode até escrever melhor que a J.K (Será?), mas os
adolescentes nunca vão te dar o teu devido valor se na capa, não vier estampado
que foi um bestseller no New York Times. A maioria arrasadora dos leitores
desse país é adolescente ou chegando lá, e prefere um livro famoso estrangeiro
que está prestes, ou já virou, filme a um livro brasileiro, que sequer dá pra
sustentar, com uma vida razoável, seu autor. Eles não são nem um pouco
patriotas na música e na literatura menos ainda. Eu, por exemplo sou um pouco —
talvez muito — assim, tenho que confessar... Mas eu sei o valor da nossa
literatura, da música nem tanto, mas sim da literatura. Disso eu tenho certeza.
Renata Ventura é o tipo de autora que me faz acreditar na nossa literatura atual, e não só em coisas consagradas e antigas
como as intocáveis obras dos intocáveis autores.
7- Como você fica quando está sem inspiração?
Quase doente. Escrevo, apago, escrevo,
apago. Mas isso é bem raro. O difícil pra mim é parar de pensar em novas
possibilidades e hipóteses malucas para o livro. Às vezes tenho que analisar se
o que eu vou colocar no livro é algo “aceitável” e não tão louco.
8- Você recebe ajuda de seus amigos para a
criação de personagens ou se inspira neles para dar as características?
Me inspiro neles, e muito. Eles sabem às
vezes, mas a maioria nem sonha. Eu realmente não gosto de palpites na hora da
criação de estruturas primárias e fundamentais, como personagens, cenário, e
tudo mais. Algumas opiniões sobre detalhes são super benvindas, e tento não
escutar tanto os amigos, já que são como mãe. A opinião deles sempre é aquela
que podemos duvidar.
9-
Pretende ser
escritor por toda a vida? Se não, o que gostaria de fazer?
Não acredito que eu seja bom o bastante pra
viver de literatura, mas eu sempre vou escrever. Posso não estar sempre lendo,
mas escrevendo? Sempre. Eu vou me tornar estilista, ou algo na área de artes
cênicas. Esses são meus futuros alternativos. Nada muito certo.
- Quando não consegue escrever, costuma ir
para lugares diferentes buscar inspiração?
Não. Lugares nunca. Meu quarto é
sagradíssimo. Pra me inspirar, no máximo uma música. Não tenho problemas com
isso. Um bom incenso, música e um café já são o bastante. Tudo na minha cama,
no meu quarto.
![]() |
| Capa de PFP |
Seu primeiro livro, Perdida na Floresta dos
Pensamentos, foi criado com o intuito de ser algo só seu. O que te motivou a
divulga-lo?
O rumo que tomou. Eu percebi que estava
escrevendo algo que valeria a pena, talvez, ser lido. Eu criei uma intimidade
com minhas personagens e queria conversar sobre eles com outras pessoas, e
Anne... Anne tinha que ser conhecida e inspirar pessoas. PFP tem que passar sua
mensagem.
Como as personagens costumam aparecer para
você: Completamente formados, características físicas e emocionais, Aos poucos,
Em sonhos, Inspirados em pessoas que você conhece? Fale um pouco sobre isso.
Então... Eu penso num nome e vai fluindo
como um rio, tudo vem do nome. Daí eu recorro à etapa de “roubo” onde roubo
características de amigos e familiares, por último eu finalizo com detalhes
meus, tirados de mim e coisas inventadas, completamente inventadas.
Quais livros/autores te inspiram?
Então... Inicialmente, PFP seria uma versão
“corrigida e mais criativa” de Fallen, mas não foi. Não se reduziu a uma
fanfic. Eu tinha bastante material, e recomecei tendo em mente que era um
livro. Acho que, então, deve ser Fallen.
Suas personagens costumam te acompanhar em
seus sonhos? Já precisou acordar porque eles ficavam “conversando” dentro de
sua mente?
Mais ou menos. Eu durmo pensando nas cenas
deles. Eu penso em livros pra cada um deles. Minha relação mais próxima é com
Anne, eu amo essa menina.
Você tem uma “trilha sonora” pra quando
escreve ou prefere silêncio total?
Sempre com uma trilha sonora. Ouço muito
Evanescence na hora de escrever, e Lorde também.
Seu primeiro livro tem uma pegada mais
dark, mais sombria, por que?
Sempre vou ter esse lado. Meu primeiro
contato com o mundo das letras, produzindo, foi em 2012 (um ano antes de PFP).
Eu escrevia poemas góticos, muito sombrios e naquele estilo melancólico e
mórbido. PFP não é nem uma sombrinha perto do que eu escrevia. Por isso, sempre
vai existir um resquício desse tipo nos meus livros.
Tem alguma personagem que tenha sido
inspirada em você?
Todos têm um pouco de mim, mas a
personagem com mais teor Rickólico é Anne.
Escolher um título apropriado é uma das
tarefas mais difíceis. Você teve dificuldades ou o título surgiu naturalmente?
O título é pensado pra ser sugestivo e
curioso, não é dos melhores mas descreveu completamente o livro e o estado de
Anne. Acredite ou não, eu não tinha nada quando fiz o título, tem o tema, nem
Anne, nem nada. O livro saiu do título.
Além de escrever, tem algum outro
passatempo artístico?
Desenhar (moda), cantar, atuar. Amo esses
três.
- Dê dicas para quem está começando escrever
agora.
Solte seus instintos, não ligue para os
outros, mas evolua e esteja aberto para reconhecer seus erros. Siga em frente,
sempre e acredite em você. É trabalhoso, é irritante às vezes e tem que ser seu
chão. Se você conseguir pensar que conseguiria viver sem seu livro, pare de
escrever. Você tem que ser parte do livro e ele de você. Se ele morre, você
morre, então faça-o ser eterno e será também.
![]() | ||
| Rick, sua foto preferida para se representar na literatura. |
Espero que tenham gostado da entrevista. Se tiver alguma pergunta que queiram fazer para o Rick, deixem nos comentários que eu passo pra ele. Quem quiser saber mais sobre o livro, é só clicar aqui neste link, onde tem a sinopse e algumas informações bem bacanas. Dependendo do numero de perguntas eu faço uma nova entrevista. Não esqueçam de deixar o comentário com a opinião de vocês, ela é muito importante pra mim. Beijos e até a próxima. Com carinho, Lary Zorzenone.

29 setembro 2013
Entrevistando o autor #01 Alice Canato, autora do romance "Amora"
Escrito por
Lary Zorzenone
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6 comentários:
Hoje eu tenho a honra de repassar para vocês a entrevista que eu fiz com a queridíssima Alice Canato, autora do romance "Amora". Quero agradecer a Alice por ter cedido alguns minutinhos do seu tempo para responder as minhas perguntas. Espero que com a leitura dessa entrevista, vocês se sintam mais próximos da autora e do maravilhoso livro do qual falamos nessa entrevista.
Entrevista: Alice Canato
01)-O que te deu inspiração para escrever o romance “Amora”?
Em primeiro lugar quero agradecer o convite.
Obrigada pelo carinho e pela oportunidade de poder entrar em contato com os
leitores através do seu blog. Desejo-lhe muito sucesso.
Bem, eu já tinha uma estrutura montada quando
decidi escrever “Amora”, e sabia mais ou menos como seria o romance, eu só não
sabia como transformar os meus pensamentos em palavras escritas; foi um
aprendizado. Escrever um livro bem elaborado é uma tarefa que exige total
envolvimento, não é um trabalho que termina no final do dia; a história não nos
abandona, ela se mistura ao nosso cotidiano e tudo que nos cerca pode ser fonte
de inspiração e se transformar em ideia para o texto. No meu caso as músicas e
os livros foram essências para o processo criativo. Existe uma trilha sonora
inteira por trás de “Amora”; além disso, eu sempre recorri a uma boa leitura
quando me imaginava vazia de palavras.
02)-De onde surgiu a idéia para o título do livro?
A princípio
eu não pensei no título e nem mesmo nos capítulos, escrevia aproveitando as
minhas antigas anotações e as novas idéias que iam surgindo; mas conforme o
texto foi tomando forma passei a sentir a necessidade de nomeá-lo, e mais uma
vez uma música me inspirou. Nada mais óbvio, a ideia surgiu espontaneamente quando
ouvi a toada “Amora” de Renato Teixeira, naquele momento eu percebi que havia
encontrado o “tema de abertura” do meu livro. 03)-Quando você descobriu que queria ser escritora?
Esse não foi um caminho pensado, eu não acordei
certo dia com vontade de ser escritora, apenas senti uma necessidade muito
grande de canalizar essa energia que estava represada dentro de mim. O processo
foi mais de aceitação do que de vontade. Tive que trabalhar com a idéia de
tornar público algo tão particular quanto os meus pensamentos. Sempre tive o
hábito de imaginar histórias e de fazer anotações delas, mas comecei a me
indagar: por que eu fazia aquilo? Então percebi que tanta imaginação só fazia
sentido em uma escritora. Foi em 2.009 quando parei de fazer anotações e
comecei a escrever o romance “Amora”.
04)-Já tem planos para um novo romance?
Sim, tenho muitas idéias que gostaria de colocar em
prática; já comecei a fazer algumas anotações, mas no momento parei com a
produção de texto para me dedicar à divulgação de “Amora”. O livro impresso
saiu há apenas um mês e o lançamento do livro digital está previsto para a
segunda quinzena de outubro, por enquanto ainda estou muito envolvida com esse
projeto, preciso finalizá-lo para me dedicar a outro com tranqüilidade.
05)-O que você gostaria de dizer para os fãs do seu trabalho?
Quero principalmente agradecer o carinho de todos.
O processo de publicação de “Amora” foi longo e trabalhoso, não é fácil iniciar
a carreira de escritora no Brasil. No momento em que, através das palavras,
damos vida a uma personagem, passamos a ter a responsabilidade de torná-la real
dentro de uma ficção; para que a história se torne convincente, precisamos
fazer com que o leitor sinta toda a carga emotiva contida no texto e para isso
trabalhamos com a nossa própria emoção. É um processo bastante intenso que
exige total dedicação por parte do escritor; então quando terminamos um livro,
tudo o que queremos é torná-lo público e é aí que começam as dificuldades. Enfim,
o romance “Amora” percorreu e continua percorrendo um longo caminho até chegar
às mãos do leitor; e é com uma grande alegria que percebo as diferentes reações
que ele provoca em quem o lê, ainda não encontrei ninguém que ficasse imune ao
seu texto; e isso é a maior satisfação que um escritor pode ter.
06)-Quando criança quais eram os seus livros preferidos?
Eram os livros ilustrados dos contos de fadas, acho
que eles são uma unanimidade entre as crianças de todos os tempos. Os príncipes
e as princesas das histórias clássicas dividem com os animais falantes das
fábulas uma grande responsabilidade na formação dos pequenos leitores.
Lembro-me ainda de duas leituras que me causaram impacto na infância: “O
pequeno príncipe”, que dispensa explicações; e “Poliana”, a atitude otimista
daquela menina, certamente contribuiu para o prazer que sinto no hábito da
leitura.
07)-Qual o autor da atualidade que você mais admira?
Tem muita gente boa produzindo textos de excelente
qualidade, cada um com o seu estilo, é claro. Sou bastante eclética e gosto de
muitos, mas posso citar dois em especial: Markus Zusac e Carlos Ruiz Zafón.
08)-Quando descobriu o seu amor pela leitura?
Quando criança eu gostava muito de ler gibis e nas
férias esperava ansiosa pela compra dos livros escolares; o de português, em
especial, que sempre trazia textos ilustrados que eu lia antes de começar as
aulas. Além disso, naquela época não tínhamos acesso ao computador e a todas as
facilidades que ele oferece; era muito natural freqüentarmos a biblioteca da
cidade a procura de material para as pesquisas escolares, aquele ambiente
recheado de livros certamente me influenciou; acredito que foi daí que surgiu o
meu amor pela leitura.
09)-Qual o livro que você leu mais vezes até hoje? Quantas vezes leu ele?
Li “Amora” incontáveis vezes antes de liberá-lo
para a publicação procurando por erros microscópicos, mas obviamente para mim
ele é “hors-concour”. Então o segundo livro que eu li mais vezes é seguramente
“Ou isto ou aquilo” de Cecília Meireles; lia as poesias para os meus filhos
quando eles eram crianças, não sei exatamente quantas vezes.
10)-Qual história fez você chorar mais?

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