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28 julho 2014

Você no Vidas em Preto e Branco #05

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Você no Vidas em Preto e Branco é uma coluna que tem como objetivo divulgar o texto de leitores do blog.

14 julho 2014

Você no Vidas em Preto e Branco #04

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Não queremos tentar esquecer, não queremos perder tudo o que nos faz pensar, tudo o que nos faz enxergar. Tentamos refletir, pensar um pouco ou não pensar em nada. No mesmo instante, só queremos poder abraçar. Como mudar? Como esquecer e deixar para lá? Como apagar um amor tão grande assim? São tantos sonhos, tantos planos, tantos desejos e vontades, são tantos medos.

Desespero! Não é uma questão em que se deixa e se larga tudo por amor, mas uma questão em que troca um amor por uma certa "liberdade". É o que muitos dizem e o que eu pouco me importo. O amor é maior, mais forte, mais seguro. Ou será que uma mera "liberdade" me fará mais feliz? Nem me preocupo em pensar, pois pensar às vezes atrapalha demais, aliás, nem sempre pensar nos faz ter a melhor escolha. E eu escolho o amor.

Realidade! Uma distância, uma coragem, uma certa infidelidade do destino. Uma breve infidelidade do destino, aquela separa, afasta, causa dor, mas ao mesmo tempo, um teste de prova de amor. Será que mesmo longe, será que mesmo afastado ainda se é capaz de estar junto? Para quem se ama, sim. Para quem finge se amar, não.

Escolhas! Todos os nossos dias são repletos de caminhos diferentes, opções, ou melhor, escolhas. Escolhas que mudam nosso rumo e nossa história. Quando o amor faz parte dessa história, desse caminho, mudar o rumo faz com que tudo se acaba de uma vez. Sendo assim, melhor escolher um caminho mantendo as mãos dadas com o amor.

Razão! Algumas vezes a razão nos mostra uma realidade diferente da que imaginamos, algumas vezes é boa demais, outras nem tanto assim. Mas a razão é algo para buscarmos quando ficamos confusos, mas não é algo para buscarmos quando se quer fazer o que diz o coração.

Tempo! O tempo não é o remédio nem uma solução, é apenas uma escapatória da dor, das lembranças e das marcas daquele amor. É uma fuga, um esconderijo. Por isso, é melhor não fazer uma escolha que te faça sofrer, na esperança de que o tempo possa curar essa dor.

O amor! O amor é o que nos move para frente, é a razão de toda a confusão de sentimentos, de expressões no rosto, nas escolhas, nos caminhos e até mesmo na forma como tentaremos disfarçar nossa timidez. Falar de amor não é nada fácil, mas também não é impossível, pois quando amamos queremos escrever tudo o que sentimos e, na verdade, impossível mesmo não é falar dele, mas descrevê-lo.

"No fim, quando voltam a nos perguntar se largaríamos tudo por amor, acabamos respondendo que sim, aliás, a vida não teria graça nenhuma se tivéssemos que caminhar sempre sozinhos."
Texto enviado pela Bruna Martins . Imagem de autoria da mesma.
Acompanhem o trabalho dela:

02 julho 2014

Você no Vidas em Preto e Branco #03

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Nada é Inaproveitável



"Abra um livro quando tiver vontade. Não se intimide porque hoje ninguém vive por alguém. Procure um emprego, estude, faça aula de frevo se tiver vontade. Arrume um namorado, arrume o que fazer. Compre um carro, financie um apartamento, abra uma parceria. Ria de alguém, ria de você. Cante para um desconhecido e dê a mão a um amigo. Diga que ama, demonstre seu interesse, faça um discurso, chore por um filme, chore por alguém. Não jogue lixo no chão, acorde cedo, brinque com seus pais, dê carinho ao seu cachorro. Organize uma festa, vá a igreja, beba suco de melancia, acorde depois do almoço, beije o rosto de alguém, compre um óculos de sol. Contrarie, arrependa-se, especule. Não culpe uma pessoa, faça o jantar, atravesse a avenida, tome banho de chuva. Forme-se numa faculdade, case-se, tenha filhos, tenha uma família. Visite seu melhor amigo, compre um presente, dê um presente, faça as unhas, pinte o cabelo, mude radicalmente o visual. Termine um trabalho, escreva um texto, faça uma carta, leia um panfleto, economize água, pinte uma camisa velha, economize energia, participe de uma brincadeira. Aproveite uma segunda-feira. Nada é tão ruim quanto parece, nada é inaproveitável. A vida ta passando. Nada é totalmente recusável. Os dias correm, as oportunidades correm junto com eles. A vida é exatamente ímpar e singular. Você só tem uma chance."

Texto por Thamiris Dondóssola. Imagem cedida pela autora do texto para ilustrá-lo.

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Participe você também dessa coluna. Basta enviar um texto de autoria sua, links das suas redes sociais e uma imagem para ilustrar o post para laryzorzenone@gmail.com . Conto com a participação de todos. Um grande beijo e até a próxima. Com carinho, Lary Zorzenone.

27 junho 2014

Você no Vidas em Preto e Branco #02

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Quando eu te vi, até me faltou ar



Uma coca-cola, uma folha, uma lapiseira e uma música tocando no fundo, era o bastante para Clara, fugir da realidade.
Simples, simpática, engraçada e tímida. Características que as pessoas diziam sobre ela. Uma mulher que batalhava sempre por suas coisas, era dedicada, era amável com as pessoas, e tinha um certo "apego" por crianças, quando via uma criança já se derretia toda. Com seus 20 anos e carinha de 15, Clara assustava muitas pessoas com sua personalidade, forte e difícil de se lidar.
Era daquelas que queria um amor para vida toda, uma casa pequena e aconchegante, alguém para ela chamar de "meu amor". Ela era uma mulher de fases, ficava sorrindo a toa uma hora, mas depois de meia hora ela poderia estar querendo quebrar tudo e todos na sua frente. Ela podia ser uma bobinha, mas quando pisava no pé dela, ela se transformava, da "princesa pra bruxa da história".
O que Clara tinha de diferente de outras pessoas? Nada. Ela era normal. Mulher daquelas românticas de filmes, daquelas que gostaria de receber uma flor por dia, que gostava de ganhar bombons e que se pudesse entrava na igreja no dia do seu casamento de charrete, com cavalos brancos, escrevia inúmeras cartas  e gostava de receber muitas também. Clara sonhava com aquele príncipe, aquele que pudesse tratar ela como ela merecia, ela tava cansada de otários na vida dela, que faziam chorar e ser quem ela não era.
Clara era aquela mulher que ao andar na rua chamava atenção, faziam grupos de homens se calarem, faziam motoqueiros virarem a cabeça e sempre ouvia uma assobiada ou buzinada, loira, magra, saudável, sorriso estampado no rosto, estilo único, olhos claros... Uma mulher diferente de muitas, que não gostava de atitudes assim de homens, sua autoestima ficava boa,mas preferia coisas mais românticas e menos vulgares.
Ela sonhava, e botava fé que um dia ainda iria encontrar alguém na lanchonete que sempre ia, naquela lanchonete que passava horas escrevendo ou lendo. Ah Clara, nem havia sentido o amor ainda, mas acreditava que era a coisa mais pura que há, também achava que teria seus lados negativos, mas acima de tudo saber que seria amada era o sonho dela. Afinal, amor é isso, na alegria e na tristeza.
Dia 08/01/2013 “Então ele entrou, sim meu príncipe, olhos castanhos escuros, cabelo moderninho escuro,  uma cor do pecado, um jeito de andar marrentinho, uma cara de boyzinho, um olhar maldoso, uma boca  deliciosa, mãos de homens. Ah, é ele, finalmente achei meu príncipe, foi naquela lanchonete, foi num dia chuvoso, não poderia ser mais romântico, mas ele conseguiu, pediu licença e se sentou ao meu lado, me deu um beijo suave no rosto e já conquistou meu coração. Meu príncipe, e eu a princesa dele, e assim sempre será.”.

Texto feito por Kellen Oliveira. Imagem cedida pela mesma.

 Acompanhem o trabalho da Kellen:
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E-mail: kellen_cristina_oli@hotmail.com
Click aqui para ver o texto no blog da gata ;)

Demorou, mas voltei com a coluna Você no Vidas em Preto e Branco. Galera, para essa coluna existir, preciso da participação de vocês. Funciona assim: quem gosta de escrever, envie no meu e-mail (laryzorzenone@gmail.com) seu texto com uma imagem e seus links para serem divulgados aqui. Conto com a participação de todos ;) Um beijo grande e até a próxima. Com carinho, Lary Zorzenone.

29 março 2014

Você no Vidas em Preto e Branco #01

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Bota esse dedinho na consciência e olha que droga tu tá fazendo. Dar o troco nos outros, magoar pessoas, destruir corações, apenas porque destruíram o seu, não tem sentido. Ninguém tem culpa se ele foi idiota contigo, te iludiu, disse que te amava, e deu no pé depois de conseguir o que quer, sumiu do mundo, disse que “acabou, eu não te amo mais”. Você apenas está se “igualando ao nível de quem te magoou”, fazendo os outros sofrerem como você sofreu, magoando como te magoaram, destruindo como te destruíram. Ser igual não basta, não ajuda nem melhora, seja diferente. Já que te magoaram e agora sabe como dói, faça um coração feliz, diga que ama, se for verdade, namore, beije, abrace, mas com sinceridade, seja fiel e nunca iluda, provar que é melhor que os outros parece um pouco arrogante, mas é melhor que se tornar um monstro como tantos outros por ai!

Texto feito por Bia Bandeira. Imagem via Tumblr.

Acompanhem o trabalho da Bia

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Essa é a nova coluna do blog onde vocês, que escrevem, me enviam seus textos e eu publico eles aqui, pra ajudar na divulgação do trabalho de vocês, pra deixar seus textos mais conhecidos. Quem quiser publicar seu texto aqui, me envie ele e seus links para o e-mail: laryzorzenone@gmail.com. Seu texto ira aparecer aqui e suas redes sociais também. Espero que participem. Beijos e até a próxima. Com carinho, Lary Zorzenone.


 
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