08 novembro 2013

Resenha #16 - A Culpa É Das Estrelas

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Informações

Título: A culpa é das estrelas
Título original: The fault in our stars
Autor: John Green
Tradução: Renata Pettengill
Ano: 2012
Nota: ***** (5/5)
Gênero: Ficção
Status: Acabei de ler
283 páginas
Eu peguei o livro: Na minha prateleira

Na contra capa...

Não sou formada em matemática, mas sei de uma coisa: existe uma quantidade infinita de números entre o 0 e 1. Tem o 0,1 e o 0,2 e o 0,112 e uma infinidade de outros. Obviamente existe um conjunto ainda maior entre o 0 e o 2, ou entre o 0 e o 1 milhão. Alguns infinitos são maiores que outros... Há dias, muitos deles, em que fico zangada com o tamanho do meu conjunto limitado. Eu queria mais números do que provavelmente vou ter
Hazel Grace

"Um misto de melancolia, doçura, filosofia e diversão. Green nos mostra um amor verdadeiro... muito mais romântico que qualquer pôr do sol à beira da praia."
_The New York Tomes

Nas abas...

Hazel é uma paciente terminal. Ainda que, por um milagre da medicina, seu tumor tenha encolhido bastante - o que lhe dá a promessa de viver mais alguns anos -, o último capitulo de sua história foi escrito no momento do diagnóstico. Mas em todo bom enredo há uma reviravolta, e a de Hazel se chama Augustus Waters, um garoto bonito que certo dia aparece no Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Juntos, os dois vão preencher o pequeno infinito das páginas em branco de suas vidas.
Inspirador, Corajoso, Irreverente e Brutal, A culpa é das estrelas é a obra mais ambiciosa e emocionante de John Green, sobre a alegria e a tragédia que é viver e amar.

Sobre o autor...




John Green é um dos escritores norte-americanos mais queridos pelo público jovem e igualmente festejado pela crítica. Autor best-seller do The New York Times,premiado com a Printz Medal e o Printz Honor da American Library Association e com o Edgar Award, foi duas vezes finalista do prêmio literário do LA Times. Com o irmão, Hank, mantém o canal do YouTube "Vlogbrothers", um dos projetos de vídeoon-line mais populares do mundo. Mora com a mulher e o filho em Indianápolis, Indiana.

Opinião da Lary...

É um livro maravilhoso. John Green sabe escrever muito bem e esse livro está carregado de sentimentalismo e, tenho quase certeza, de que ele chorou enquanto o escrevia. Eu pelo menos choraria muito escrevendo algo assim. Eu sou muito mole então chorei durante quase toda minha leitura. Eu li ele em três dias. Não conseguia dormir pensando na história, querendo saber o que aconteceria com a Hazel Grace... Já tinha lido muito a respeito desse livro então eu estava com medo de não gostar da leitura. Eu acho que se ele não tivesse ganho tanto destaque eu não teria ficado assim tão apreensiva mas a leitura foi fascinante. O livro é recheado de frases inspiradoras, repleto de romance e é capaz de amolecer a pessoa mais fria da face da Terra. Em quase todo o livro é dito a seguinte frase: "O mundo não é uma fabrica de realizações de desejos". É uma das frases que eu achei mais verídicas. É algo tão simples mas que as vezes nós esquecemos ser a verdade. ACEDE é uma lição para todos aqueles que por um motivo ou outro não dão o devido valor a sua vida, a infinidade de dias que ainda possui para viver. Falei aqui já sobre outro livro que trata sobre o mesmo assunto, o Como viver eternamente, da Sally Nichols. Os dois tratam do mesmo assunto mais tratando ele de forma bem diferente. John depositou toda a sua sensibilidade enquanto Sally escreveu de uma forma mais otimista. John Green mostrou que ele sabe fazer muito mais do que, como dizem, um amontoado de frases bonitas. A forma que ele explora as relações familiares, as relações de amizade e o amor romântico é fascinante. Com certeza é uma leitura que vale muito a pena.

Trecho que mais gostei: "Todo salvamento é temporário - o Augustus retrucou. - Eu proporcionei a elas mais um minuto. Talvez esse seja o minuto que vai proporcional a elas mais uma hora, que é a hora que vai proporcionar a elas mais um ano. Ninguém vai dar a elas uma quantidade infinita de tempo, Hazel Grace, mas a minha vida deu a elas mais um minuto. E isso não é pouco." (página 60) (Augustus Waters explicando a Hazel Grace por que tinha se sacrificado em um jogo de video game para salvar, de uma granada, uma escola repleta de crianças feitas reféns.

Fonte aqui
Então Amoras... Essa foi minha análise sobre um dos livros mais comentados até agora. Vou mostrar para vocês a primeira imagem que vi da Hazer e do Augustus (essa ai do lado). Na época, eu nem sabia da existência do livro. Eu baixei a imagem para usar de papel de parede do meu celular. Quem mais aqui leu ACEDE? Gostou? Ainda não leu mais está louco para ler? Deixe sua opinião aqui. Ela é muito importante para mim. Até mais, com carinho, Lary Zorzenone

6 comentários:

  1. Esse é com certeza um dos meus livros desejados *-*

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    1. Continue desejando ele. É lindo. Todo mundo deveria ler esse livro

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  2. Olá Lary,
    eu já li esse livro e amei a historia. Corei horrores no final.
    Mas pra mim são um dos meus favoritos.
    Beijinhos
    http://vidasempretoebranco.blogspot.com.br/

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    1. Mesmo sendo triste, é lindo por ser uma história possível, algo que pode estar acontecendo nesse instante.
      Beijos

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  3. Oi Lary


    Acho esse livro perfeito porque alem de falar de uma garota com câncer e tal demonstra a força e a coragem que essas pessoas tem, quando li o livro a primeira coisa que me impactou foi o jeito leve e puro da Hazel que me conquistou um monte e em segundo o Gus e o Izac que tem uma amizade tão lida. A forma com que o John tratou de escrever esse livro foi tão tocante e conseguiu colocar tudo que atrai o leitor., mesmo que o livro tenta tido algumas criticas por causa do livro da Esther que foi a menina que baseou a Hazel, visando as diferenças entre as duas acho que ele foi muito profissional na hora de caracterizar e forma cada personagem diferenciando de qualquer simples semelhança com a pessoa na qual ele foi baseado. Adorei sua resenha bem diferente. BJS *-*

    http://domeumundo-aoseumundo.blogspot.com.br/

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    Respostas
    1. Oi Reh
      Eu confesso que até hoje fico meio chateada quando encontro resenhas negativas sobre esse livro, principalmente de pessoas que falam que ele não pode ser considerado literatura. São os pseudo intelectuais chatos. Green conseguiu abordar de forma leve um tema bastante pesado, intenso. Isso, a meu ver, é uma vitória, motivo de glórias e não de julgamentos.
      Beijos

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